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sexta-feira, 2 de março de 2018

.... Mensagem de Um Amigo Desconhecido!

  Fonte: https://www.portalnovosrumos.com.br/blogs/nonaesfera/artigos/2017/nov/0711171-a-transformacao-das-impressoes.html


"Somos um aglomerado compactado formado por energia em estado sólido, na natureza nada se cria tudo de transforma, então somos materialmente falando o reprocesso do reprocesso da matéria primeira. Somos criaturas tão velhas quanto o próprio criador.

 Observando esse processo do reprocesso notamos a força que vibra e transforma. Não temos o poder fantástico da criação real desbloqueado, mas temos a capacidade de notar, de sentir a vibração contagiante desse incessante processo de transformação.

Quando alguém ri de verdade, quem está do lado sente essa vibração e também ri sem nem saber qual o motivo. Olhar pra alguém bocejando é tão contagiante que começamos a bocejar também, isso ocorre, pois todo transformar de energia emite luz que viaja instantaneamente pelo espaço na maior velocidade conhecida, cada espectro de luz tem sua forma de onda característica, essa forma de onda que provoca tais vibrações agita a matéria em maior ou menor grau. Esse agitar gera movimento e na obediência à lei de ação e reação o processo de transformação se mantém vivo, pulsando assim como o coração humano.

Sendo assim, através dessa observação podemos concluir que somos realmente detentores da fagulha Divina em nosso interior, somos deuses e milagres são na realidade apenas uma remodelação das energias. Talvez seja esse o tal segredo: Somos realmente o produto do que pensamos e estamos a todo o momento criando e recriando nossa própria realidade."

Autoria: UM AMIGO DESCONHECIDO !! 

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Causas da desmotivação do Médium de Umbanda



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TEXTO DE : Cristina Alves

Templo de Umbanda Ogum 7 Ondas e Cabocla Jupira



Eu acredito que muitos dos que aqui lerem esse texto, já se sentiram desmotivados ou mesmo já se depararam com pessoas que por mais que tinham anos de Umbanda, numa determinada ocasião, fraquejaram e sentiram vontade de largar tudo, digo pessoas mais velhas na religião, mas não deixo como regra, porque esse tipo de sentimento não tem uma determinada época ou regra para acontecer então cabe a todos.

Às vezes a pessoa sente uma perda de energia tão grande, que ela não consegue nem acender uma vela, na realidade ela não sente vontade, ela até se inclina a fazer, mas chega na hora “H”, ela pensa agora não, depois. E nisso vai passando-se os dias. E como um vírus pestilento a desmotivação vai tomando conta.
Essa desmotivação pode ser provocada por inúmeras questões, originadas em nós mesmos (pela forma que nos enxergamos perante a vida), pelos outros (que muitas vezes nos derrotam, nos jogam para baixo), ou mesmo por ordem espiritual (assédio, obsessão).

Vamos refletir juntos a respeito. Muitas vezes essa desmotivação começa pela forma com que nos enxergamos perante nossa vida, pelas nossas próprias expectativas que vamos criando em torno de nós, muitas vezes o médium chega num patamar de tão necessário, diria até insuperável, que ele não se permite fracassar diante de um obstáculo, tipo: “… eu sou médium, filho de Ogum, eu tenho que conseguir ajudar tal pessoa, eu estou acima de tudo, eu nunca erro, tudo dá certo para mim…”, só que infelizmente não é bem assim, e as vezes o Médium se depara com inúmeras dificuldades na vida e obstáculos que ele vai começando a perceber que mesmo ele tendo amparo espiritual está sujeito as entrelinhas que a vida impõe, essas dificuldades poderão surgir em inúmeros aspectos e setores da vida, é no ambiente familiar, aquele filho que está andando em más companhias, e na harmonia conjugal que anda de mal a pior, é na saúde que anda mais frágil do que de costume, é a crise financeira que assola o país que lhe tirou o trabalho, os recursos para manter a sua casa e família e assim por diante, e todas essas questões vão abalando a fé daquela pessoa.

A falta de aceitação perante os obstáculos vai minando as forças, porque nem tudo depende unicamente da pessoa, as vezes os braços se cansam, doem de tanto empunhar a espada na batalha. E o guerreiro fraqueja, e pode se deixar sucumbir. As vezes a aceitação é necessária, é preciso recuar, esperar o melhor momento para continuar, contornar a situação, mas nem sempre a ansiedade deixa que isso aconteça, e quando nada se concretiza a desmotivação aparece.

O Médium começa a perceber que ajuda a muitas pessoas, mas se desmotiva quando não consegue ajudar a si mesmo. E muitas vezes isso acontece porque ele se deu um poder que não pertencia a ele, e se esquece que está aqui em uma escola, um mundo de expiações e o que tiver que passar, ninguém poderá passar por ele. A grande diferença é como ele vai se colocar perante as dificuldades, se vai se abrir a ter apoio ou não de seus guias e mentores. Às vezes é preciso se silenciar para ouvir o espiritual.

É tanto sofrimento que a pessoa vai perdendo a crença nos próprios resultados, e começa a pensar: “…vou todos os dias de gira no terreiro, cumpro minhas obrigações direitinho, e por que meu Pai acontece tanta coisa de ruim comigo? ” Com essas e outras o Médium vai perdendo a crença e a confiança na sua própria capacidade de superação, ninguém é de ferro, somos Médiuns, mas não somos os próprios Orixás que nos regem, e enxergar essa limitação ajuda a criar forças para superar as dificuldades. Porque o que causa a desmotivação é achar que não consegue mais, que não é mais capaz de realizar algo.
Essa visão é tão equivocada que vemos críticas pesadas oriundas de terceiros que dizem: “… está assim desse jeito porque é “macumbeiro”, fica mexendo com coisas de espíritos, isso é atraso de vida…”, até então nem devem ser consideradas porque são perseguições oriundas de pessoas que nem sabem o que estão falando na grande maioria das vezes, agora mais triste é ver críticas de tão forte teor vindas dos próprios irmãos de fé, que dizem: “…fulano está assim porque o terreiro onde frequenta é fraco, suas entidades e guias são fracos…”. Como se nossos guias fossem responsáveis por tudo que nos acontece, essa perseguição ignorante chega ao cúmulo do absurdo quando vemos médiuns que simplesmente sofrem calados, porque temem ser criticados, humilhados por outros irmãos de crença.

Porque lhes digo e afirmo que quem está sofrendo não quer que lhes atire pedras ou críticas, apenas uma motivação ou mesmo o apontar de um caminho, uma saída já ajuda é suficiente, ou quando mais se não puder ajudar apoie.

Uma das causas também da desmotivação é quando o médium acha que já aprendeu tudo, logo sabe de tudo, não se abre a aprender coisas novas, não se defronta perante seus próprios conhecimentos, irredutível não aceita críticas, não se dá o direito a dúvida e ao questionamento de pensar, será que tudo que sei é certo mesmo? E mesmo quando correto, não se deixa aprimorar-se.

A falta de expectativa de renovar-se e aprender no dia a dia na religião também traz desmotivação, tudo vira rotina médium muitas vezes acredita que ele não consegue fazer outras coisas, ele se bloqueia tanto que não consegue ver as esquinas que existem em sua estrada, só vê um caminho reto, sem curvas e vazio. Mas seu medo, a sua falta de crença em si mesmo não permite ver que em cada esquina dessa estrada tem alguém ali, te intuindo, te inspirando a prosseguir, porque nossos guias não podem vir e resolver e viver por nós, mas podem nos intuir, nos encaminhar e nos inspirar a uma saída, até mesmo nos inspirando a aceitação necessária para determinados momentos nos inspirando a desapegar e continuar, porque ficar ali não vai resolver muita coisa.

Quem nunca esteve numa situação e do nada recebeu um telefonema, ou cruzou com uma pessoa que a tempos não via, e bate papo aqui e bate papo ali, quando acabou percebeu que aquela pessoa havia deixado algo, a boa palavra, uma esperança, um encorajamento, as vezes nossos guias usam da boca de outras pessoas para chegar até nós.

A desmotivação muitas vezes é oriunda, pela nossa teimosia e descrença, mesmo dizendo que tem uma fé inabalável, que ama seus guias e Orixás, mas muitas vezes o médium vai pede, ora, faz sua oferenda, acende sua vela e pede muito uma determinada coisa ou quer muito um determinado resultado, e pensa:“… meu Orixá vai me dar, meu Preto Velho vai buscar para mim, meu Exu não há de me faltar..”, e de repente, “BUMM” não rolou, não deu certo, você não conseguiu, e logo vem a revolta, para que eu vou no terreiro, eu não vejo uma melhora na minha vida, eu não consigo nada de bom, eu só me lasco, ah quer saber não quero saber mais de nada de terreiro, de guias etc., e lá fica umas horinhas xingando, praguejando, revoltado. Ah e não me venha dizer que isso não acontece, porque acontece sim, a fé fraqueja, somos falíveis, e estamos bem longe da perfeição.

Só que o médium se esquece, que nem sempre aquilo que ele está pedindo é bom realmente para ele, por isso quando pedirem digam: Senhor, que eu seja abençoado com o que o senhor reservou de melhor para mim. Que seja feita a sua vontade. Muitas vezes não sabemos o que estamos pedindo, mas nossos Orixás, guias e mentores sabem.

Sabe aquela frase que diz: filho de umbanda bambeia, mas não cai, ela é bem cabível nesses momentos, mesmo diante de tanta revolta nossos guias não nos abandonam e sempre buscam nos ajudar na medida do possível que lhes é permitido, porque saibam que nem tudo eles podem intervir.

E o filho de pemba fica ali desmotivado, desanimado diante de tantas lutas e dificuldades, mas as vezes é preciso chegar no fundo poço, para olhar para o alto e ver que tem uma saída, temos nosso instinto de sobrevivência nato, a gente chora, se desespera, mas tem uma coisa ali dentro de cada um que é mais forte do que tudo, a nossa Fé. A Fé é como uma chama de uma vela que tem momentos que ela fica pequenininha quase imperceptível e tem outros que vira uma labareda de fogo imensa. E nós somos a vela e quando nossa chama ameaça de apagar vem nossos guias e nos cercam para que vento nenhum a apague.

Sabe meu irmão e minha irmã, não é vergonha as vezes fraquejar, bambear, isso acontece mesmo com os mais valorosos médiuns, medo, todo guerreiro tem perante a batalha, e o medo nem sempre é ruim, as vezes o medo nos ajuda a recuar na hora certa e descobrir a melhor estratégia para vencer. E quando sua prece não querer sair da sua boca, porque a tristeza e a dor a está impedindo, reze com a alma e com o coração, feche os olhos e converse com Deus, com seus Orixás e seus guias com seu pensamento, porque este ninguém consegue barrar.

E se sua desmotivação for ocasionada dentro do próprio terreiro, com as pessoas que ali estavam, pensa que talvez essas pessoas lhe foram colocadas para te ensinar algo, para que se auto superasse, para lhe ensinar a não cometer os mesmos erros, sobre as leis de compaixão, perdão e caridade, pense que essas pessoas lhe foram colocadas em sua vida para te ensinar a ser mais forte, e fortalecer sua fé e crença em si mesmo.
Mas, lembre-se que essas pessoas podem se dizer fazer parte da Umbanda, mas não são a Umbanda como um todo, e que dentro dessa egrégora há várias famílias e que se essa não é para você com certeza terá uma que será, porque Orixá é vento que ninguém prende, ele caminha por todos os caminhos e espaço, e onde você estiver seu Orixá irá estar com você.

Mas, há outra questão mais preocupante correlacionada com a desmotivação, é o assédio espiritual oriundo do acumulo da tristeza, depressão, quando nos desmotivamos, nos derrotamos na verdade, abrimos um canal perigoso, nossas armaduras tendem a ir ao chão, ficamos vulneráveis e desprotegidos, e alguns espíritos usam de nossa fraqueja para nos atingir. Acabamos por nos sintonizar naquela frequência negativa, tudo fica enegrecido em torno da pessoa, parece que a esperança acabou, porque esses espíritos acabam por nos induzir e acentuar ainda mais determinados sentimentos.

Infelizmente muitos médiuns nos chegam até nós no fundo do poço, completamente vampirizados, porque cederam a essas forças nefastas, obsidiados, precisam não só da força de seus guias e mentores mas de toda uma egrégora espiritual que como um exército se prontificará a lhe salvar o espírito, resgatando sua força de viver. É por essas e outras que é tão preocupante quando vemos uma pessoa desmotivada sem vontade de viver.

A desmotivação tem levado a muitos danos e perdas, pode sim ser algo momentâneo como mencionei, algo passageiro, uma doença que após o paciente medicado com uma boa dose de motivação e encorajamento acaba rapidinho, mas como todo mal se não tiver conscientização imediata, incentivo, poderá se tornar algo muito danoso e perigoso, levando a consequências terríveis, uma dessas consequências que temos presenciado é o “suicídio”, que é a fuga, a falta de vontade de viver, é quando a pessoa usa do seu sopro para desligar o botão o laço que liga sua vida a esse mundo, é muito triste, porque se essas pessoas tivessem tido talvez a palavra certa na hora certa, muitos não teriam feito tal ato.

A vida está aí, linda e bela, temos inúmeros motivos para nos motivar, mas como seres humanos falíveis tendemos a sempre olhar para o lado ruim da situação, hoje em dia viver nos dias atuais onde nossos antepassados diziam é uma luta, hoje em dia está sendo uma guerra, são muitas dificuldades e obstáculos, mas temos graças a Deus e aos Orixás uma arma forte e imbatível, nossa Fé, e ela tem que ser renovada todos os dias, é em pensamentos, nas boas palavras e ações. Quando temos Fé sempre há uma luz no final do túnel a nos guiar, que nossa luz chegue na frente, derrubando todas as muralhas escuras impostas. E quando nossa Fé fraquejar, está na hora do filho de pemba, se colocar de joelhos novamente e orar. A oração aquieta e acalma nos dando condições de pensar e sempre aparece uma boa saída.

Por isso, cuidado com a desmotivação, encoraje-se, motive-se, tenha Fé que não há mal que dure para sempre. Tudo passa.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Recado da Umbanda para os que a agridem

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Recado da Umbanda para os que a agridem:

Se vierem ao meu chão no intuito de destruir minhas referências matérias, meus altares, minhas guias, meu terreiro, que auxiliam meus médiuns a se ligarem ao sagrado na prática da caridade, eu os perdoarei, e para meus médiuns darei a Pemba e com o ponto riscado eu seguirei o meu culto.

Se me tirarem também a Pemba, novamente eu os perdoarei, e entregarei Água e Folhas aos meus médiuns e com a seiva da vida e da natureza eu seguirei o meu culto.

Se persistirem e me tirarem também a água e as folhas, eu ainda os perdoarei, e fornecerei a vela e a chama aos meus médiuns e pela transformação do fogo eu seguirei o meu culto.

Se me tirarem a vela e o fogo, serão novamente perdoados, e eu usarei, através de meus médiuns, o dom do verbo para evocação do sagrado e seguirei com meu culto.

Compreendam que se vierem e cortarem as línguas e até mesmo aprisionarem os corpos dos meus médiuns, eu os perdoarei, e usarei a consciência livre para materializar no pensamento dos médiuns os meus fundamentos e seguirei com meu culto infinitamente.

Em minha essência não existe opressão e julgamentos, somente amor, perdão e a prática da caridade, banhada pelas irradiações divinas de Zambi.

Saravá Umbanda

Saravá Mestre Jesus 

"Autoria: Um Amigo Desconhecido, mas Imensamente Sentido!"

quinta-feira, 6 de julho de 2017

7 coisas que você só descobre depois de se tornar Umbandista:


⛤ 1 - Usar branco não é fácil.
Pode parecer que é fácil, mas não é.
Essa cor traz uma responsabilidade enorme. Você terá que aprender a vigiar seus atos, zelar pelo seu espiritual e entender que há irmãos que precisam, naquele momento, mais do que você. Então, você trocará festas, shows, amigos, bebidas e um dia de descanso, para se doar algumas horas para uma pessoa que você nunca viu e provavelmente nunca mais vai ver, mas posso te garantir, vale a pena.

⛤ 2 - Você é um médium 24 horas por dia e não só no terreiro.
Não adianta você se enganar dizendo que é médium só no terreiro porque você não é. A mediunidade faz parte de você, sempre fez, e isso não vai mudar.
Aos poucos você vai descobrir isso e entender que a espiritualidade não é culpada pela sua colheita. Eles te mostram um caminho, mas você tem um livre arbítrio e realiza suas próprias escolhas.
Você planta, você colhe.

⛤ 3 - As entidades não estão ali de brincadeira.
Nenhuma entidade esta ali de brincadeira. Todas elas, sem exceção, estão ali para trabalhar, ensinar e também aprender, por isso, ouça-os com atenção e trate-os com muito carinho e respeito.

⛤ 4 - Exú é uma entidade de Lei.
Você vai entender que Exú não esta ali para brincar, beber, fumar, dar em cima de alguém ou amarrar uma pessoa. Não. Eles não são assim.
Exús e Pombo Giras são entidades que trabalham nos planos inferiores sob a Lei do Pai Maior. São eles que nos protegem na entrada, na saída e nas encruzilhadas dessa vida.
Alguns são brincalhões outros mais firmes, mas todos carregam consigo a seriedade em seu trabalho, se utilizando somente da energia da bebida e do fumo, nada mais. E se for preciso Exú trabalhar sem a bebida ou o fumo, ele trabalhará, sem dúvidas.

⛤ 5 - É preciso ajudar e não só participar.
Ser médium e fazer parte de um terreiro não é só chegar no dia da Gira e fazer seu trabalho. Não. Não é assim.
O chão que você encontrou limpo, alguém limpou. A vela que você usou, alguém comprou. O banho que você tomou, alguém macerou. O local que você esta, a luz que você utiliza e a água que você bebe, alguém pagou. Então, ajude...
Ajude a limpar quando puder, leve o seu material de trabalho e, toda vez que possível, auxilie na compra daquilo que falta na Casa, colabore com o que conseguir para a manutenção do aluguel, da água e da luz...
Não. Isso não é sua obrigação, eu sei, mas também não é minha e nem do Dirigente que ali se encontra. A obrigação é nossa. Nós temos que manter e cuidar do lugar onde nossa espiritualidade escolheu para trabalhar.

⛤ 6 - Cansa.
Isso eu preciso te falar: Irmão, cansa.
Existe um antes, durante e depois, vou explicar:
ANTES de todo e qualquer trabalho, o terreiro precisa ser limpo da maneira correta e as firmezas precisam ser devidamente cuidadas.
Você precisará se alimentar de maneira correta, tomar seu banho de defesa, acender suas velas e se direcionar ao terreiro, algumas horas antes do inicio dos trabalhos, para ajudar, tentando permanecer sempre em silêncio.
DURANTE todo e qualquer trabalho, você estará fornecendo e recebendo energias, então, é importante que o processo do ANTES tenha sido cumprido com rigor.
Se você for médium de passe, lidará diretamente com energias. Se você for cambono, também lidará diretamente com energias, por isso, em todos os casos e cargos, é importante manter a firmeza.
DEPOIS de todo e qualquer trabalho, é preciso deixar o ambiente limpo de novo, então, pegue a vassoura, a pá, a esponja e mãos a obra.
Dia seguinte você com certeza estará com o corpo dolorido, entretanto, digo mais uma vez a você: vale a pena.

⛤ 7 - Você vai se apaixonar.
Independentemente dos 6 itens acima, você vai se apaixonar. Seja você um cambono, um médium de passe, um médium em desenvolvimento, um futuro sacerdote ou um simples consulente, esteja você na corrente ou na assistência, você vai se apaixonar por essa religião e nada, NADA, vai pagar a sensação de paz que vai te invadir ao receber um abraço sincero de alguém que você nunca viu, ao ver um sorriso no rosto de quem chegou chorando, ao ouvir o mais simples e sincero "obrigado"... Nada vai pagar.
Então, você esta esperando o que?
Apaixone-se você também.

Por: Manuela Campero

terça-feira, 27 de junho de 2017

VIDA DE MÉDIUM DE UMBANDA

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VIDA DE MÉDIUM DE UMBANDA
Texto de Ricardo Barreira


    Então é Sexta-feira. ‘Ele’ saiu apressado do escritório. Antes de entrar no carro, recusou o convite para um chopinho com o pessoal de sua repartição. Ouviu uma ou duas gracinhas, mas nem se importou, já estava acostumado com aquela situação. Seus amigos não entendiam a tamanha dedicação que ‘ele’ tinha por sua religião.

    Chegou em sua casa e foi direto se preparar para o banho, seus pensamentos já estavam todos focados no que aconteceria naquela noite. Passou pelo quintal e pegou uma vasilha com um líquido de ervas dentro. Ele havia preparado no dia anterior, e deixou lá tomando sol e sereno. Seu dirigente lhe dissera que isto potencializava a energia daquele macerado. Banho tomado, líquido com as ervas no corpo derramado, e lá estava ‘ele’. Já nem parecia mais o executivo de terno e gravata, celulares e compromissos importantes. Todo de branco, cabelo sem gel e uma felicidade estampada no semblante. Beliscou um pedacinho de pão caseiro que estava sobre a mesa, pois naquela noite não iria jantar. Olhou no relógio como quem calcula minuto por minuto para não se atrasar.

    Coração já começara a bater mais forte, pois a semana inteira esperou por este dia. Voltou ao quintal e entrou em algo que parecia um quartinho. No local, em cima de algumas prateleiras forradas com toalhas brancas, imagens, pedras, velas, incensos e um curioso bem estar. Acendeu uma vela branca bem ao centro, fez suas orações pedindo à espiritualidade que lhe acompanhasse. Olhou para a imagem de um índio que estava na prateleira ao lado, e, em silêncio, como quem fala com o olhar, pediu para ele também lhe acompanhar. Bateu a cabeça naquele altar, respirou fundo e sentiu as batidas de seu coração aumentar.

  Logo já estava lá, uma casa simples, porém, muito bem organizada. Na entrada se curvou como quem cumprimenta alguém. Abraçou seus amigos, pediu a benção para um senhor, guardou uma mochila que trazia com ele. Bateu a cabeça em algo muito parecido com o altar que ele tinha em sua casa, mas bem maior. Posicionou-se como que fazendo parte de um círculo de pessoas. Todos em silêncio, em oração. Estava ‘ele’ em uma corrente de irmãos. Fora da corrente, pessoas se acomodavam em bancos. Novos, velhos, pobres, ricos, brancos, pretos e amarelos. Não havia distinção. Todos seriam atendidos naquela noite.

    O toque do tambor demonstra que está começando a reunião. Reunião de pessoas encarnadas e desencarnadas, em nome do amor. Uma lata perfurada, com ervas sobre a brasa, é passada de um lado para outro. Nesta hora seu coração ficou sereno. Não está mais ansioso, está entregue de corpo, alma e pensamento. Pedindo a Deus que faça ‘dele’ seu instrumento. Mais adiante, depois de algumas canções e palmas, ouve-se uma letra que fala das matas, dos nativos da floresta. Seu pensamento se volta até a imagem do índio com quem trocou olhares em sua casa.

    Sente então uma presença ao lado, e mesmo sem nada ver, sabe que é ele que está ali. Sabe que ele lhe escutou, atendeu seu pedido e lhe acompanhou. Nesse momento seu coração novamente disparou. Toda a espera da semana, as preparações que antecederam este momento e a recusa do chopinho com o pessoal do seu departamento. Seu mentor unido a ‘ele’ espiritualmente para mais uma noite de caridade, mais uma noite cumprindo sua missão. Mais uma noite na vida de um médium de coração.



"A VIDA NOS FEZ UMBANDISTAS, E NÓS FIZEMOS DA UMBANDA A NOSSA VIDA!"

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Vamos falar sobre suicídio? E por que não?



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Após um bom tempo sem publicar no blog, retorno abordando um tema tão delicado, mas muito mais que isso, um tema necessário: O Suicídio.

Fiquei um bom tempo refletindo sobre o que compreendo disso, então pensei em fazer uma abordagem do Suicídio Sob Ótica da Umbanda, e então constatei que é um assunto pouco discutido e muito menos ainda compreendido, buscando fontes para uma pesquisa fui observando que o entendimento Umbandista e Espírita sobre suicídio estão extremamente alinhados. Confesso que fiquei descontente, pois o que mais se vê são explicações um tanto quanto agressivas sobre isso.

            Então resolvi abordar o Suicídio sob minha própria ótica, de um ser encarnado, falho, porém em evolução assim como todos nesse mundo. E começo por aqui mesmo “Ser em Evolução”, não importa o quanto erremos, estamos sempre evoluindo, nos erros e acertos há sempre um aprendizado, dessa forma o caminho pra evolução pode ficar mais lento, mas ele sempre nos leva a diante. Sendo assim ninguém “involui”, dessa maneira não podemos negar que o suicídio se torna também um caminho de aprendizado, caminho este penoso sim, cheio de sofrimento e marcas que serão levadas por muito tempo neste espírito, caminho que como todos os que escolhemos traz suas consequências.

            Não quero aqui justificar o ato do suicídio, como já sabemos a vida é Presente Divino, uma chance a mais que Deus nos dá, o que eu quero é fazer com que olhemos com mais compaixão para os irmãos que sucumbiram a esta dor. Via de regra quase todos os suicídio da atualidade estão ligados não à covardia, não a desistência, não a fraqueza e sim a FUGA, se torna a única medida rápida para eliminar o Sofrimento extremo moral ou material, sofrimentos esses que estão sempre ligados diretamente ao egoísmo e ao orgulho, seja ele da perda, da culpa, da rejeição etc.

            Onde leio sobre isso vejo listas das consequências que estão aguardando esses irmãos “O Espírito de um suicida voltará a novo corpo terreno em condições muito penosas de sofrimento, agravadas pelas resultantes do grande desequilíbrio que o desesperado gesto provocou no seu corpo astral, isto é, no perispírito.” - inúmeras descrições de vales de sofrimento, frases como “O suicida é um Espírito criminoso, falido nos compromissos que tinha para com as leis sábias, justas e imutáveis estabelecidas pelo criador...” e então me pergunto: Onde esta a compaixão? O que faria Cristo perante um suicida? O que nós estamos fazendo?

            A Compaixão esta abafada por julgamentos, muitas vezes parece que é mais necessário “criminalizar” o suicida perante a espiritualidade do que se compadecer à sua dor, mesmo que seja um momento de autoavaliação na busca de seu próprio perdão para então se libertar e seguir sua trajetória evolutiva , este espírito é um ser aprendendo com seus erros, que por inúmeros motivos (afinal não sabemos o que cada um traz em seus karmas e em seus corações) escolheu se refugiar e calar suas dores por um caminho tortuoso demais.

                Não me resta nem uma sombra de dúvida de que o Amor de Cristo está com todos esses irmãos em estado de sofrimento, por mais que eles não o notem devido suas próprias perturbações. Cristo é o maior exemplo de amor “... vem salvar as almas sem culpar nenhuma.” O Divino não nos castiga nem nos pune, aprendemos com as consequências de nossas atos “ação e reação”.
“E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento”. Marcos 2.17


            Enfim, estamos prontos para dizer tudo o que um suicida irá passar após seu desencarne, estamos prontos para apontar sua fraqueza, diminuir sua dor quando fazemos questão de frisar o quão repugnante é jogar fora a vida... Estamos prontos para julgar.
“O único julgamento que nos cabe é o AutoJulgamento”.

Passamos também a estar prontos para ajudar seja com orações, direcionamentos de energia fluídica, um abraço, uma conversa, um bom par de ouvidos, pensamentos benéficos ou de qualquer outra maneira um irmão que possa estar sofrendo, seja emocional ou espiritualmente. Não precisamos convencer ninguém a não cometer o suicídio, até mesmo porque essa decisão também faz parte do livre-arbítrio, e sim entender que os que escolhem por esse caminho não são fracos ou inferiores, e sim irmãos em sofrimento que não encontraram o acalanto para suas dores.

Que ao tivermos noticias de um suicídio, ao invés de enumerar “n” consequências e sofrimentos que estarão por vir, possamos sentir a verdadeira Compaixão e Amor ao próximo e orar por este irmão emitindo apenas pensamentos que somem á sua evolução e a libertação de sua dor.
                      Eu posso ser contra o suicídio, mais nunca serei contra o suicida.


‘‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.”’ —




terça-feira, 8 de novembro de 2016

UMBANDA PARA CRIANÇAS

As crianças eram levadas até Jesus para que fossem abençoadas por Ele, mas, os discípulos as afastavam.
Então Jesus, vendo o que estava acontecendo, indignou-se e disse-lhes: 

“DEIXAI VIR A MIM AS CRIANCINHAS, E NÃO AS IMPEÇAIS, PORQUE DELAS É O REINO DE DEUS.
EM VERDADE, EU VOS DIGO QUE, QUALQUER UM, QUE NÃO RECEBER O REINO DE DEUS COMO CRIANÇA, DE MANEIRA NENHUMA ENTRARÁ NELE”.

E, tomando-as nos seus braços, Jesus as abençoou, pondo as mãos sobre elas.
(Marcos 10:13 a 16)        

        As crianças precisam de atenção. Esse foi o pensamento que me despertou para o trabalho com elas. Elas são curiosas e sempre se aproximam com perguntas e comentários sobre o que veem nas giras. Como é de se esperar delas, com autenticidade e simplicidade.

        O ritual Umbandista desperta e estimula os sentidos. As crianças gostam disso. Há cores por todos os lados. São velas, guias, flores e imagens.

        A defumação e o cheiro das velas queimando despertam o olfato, assim como os doces e guaranás estimulam o paladar.

        O contato, através dos passes com as entidades, desperta o calor humano, em forma de carinho e aconchego.

        As crianças ficam encantadas com a melodia e a letra fácil dos pontos cantados. Desde pequeninas, entoam os pontos com facilidade e prazer.

        Elas não podem passar despercebidas na Umbanda, que tem em uma de suas bases uma Linha de Trabalho totalmente dedicada às crianças espirituais, cuja expressão nos remete ao bem e a pureza.

        As crianças da Terra precisam da mesma atenção. Têm prioridade de atenção, assim como em outras áreas e situações da vida.

        A atenção precisa partir primeiro dos pais e responsáveis. A criança aprende, principalmente, por imitação. Ética e religiosidade são alguns dos valores que precisam ter nos adultos o exemplo.

        Os espaços de convivência como a escola, a religião, a vizinhança são determinados exclusivamente pelos adultos. O espaço religioso precisa complementar, enquanto grupo social da criança, os princípios e valores adotados e praticados pelas referências familiares.

        Os pais umbandistas precisam cobrar dos dirigentes de suas casas atenção à formação religiosa dos seus filhos. Essa é uma maneira de despertar a comunidade umbandista para a necessidade de se educar as crianças dentro dos princípios da religião e da convivência em grupo.

        É preciso também se educar para a diversidade e para a pluralidade, tão presentes em nossa Umbanda, despertando nas crianças, desde cedo, valores como a tolerância, o respeito e a paz.

        A Umbanda, contrapondo-se a valores ultrapassados, nos desperta para a valorização das crianças, dos mais velhos, da natureza, da diversidade de culturas, da inclusão, das mães e dos pais como instrutores do espírito, da subjetividade, do equilíbrio material e espiritual, do autoconhecimento, entre outros.

        Será que essa riqueza de experiências e de conhecimentos está sendo transmitida às nossas crianças para que lhes possa servir de orientação e de respaldo em sua formação?

        Precisamos refletir a respeito e questionar se estamos aproveitando para nós mesmos, primeiramente. Somente assim poderemos ver a importância de mostrarmos esse caminho chamado de Umbanda aos nossos filhos.

        Aqueles pais que não reconhecem na Umbanda as possibilidades de formação e de desenvolvimento dos seus filhos, levando-os nos trabalhos, mas negando-lhes informação e esclarecimento, quando não os privam de serem batizados em sua religião, muitas vezes por vergonha ou ignorância, precisam repensar o que estão fazendo com e na Umbanda.

        A Umbanda precisa de crianças instruídas em seus valores, mas pra isso, precisa primeiro de pais, biológicos e espirituais, esclarecidos e cientes dessa grande oportunidade, totalmente em consonância com os novos caminhos da humanidade.

        Seu Zé ressaltou também que é importante cuidar da formação das crianças para que cheguem aos Terreiros mais preparadas para desenvolver a mediunidade.

        Se observarmos, a manifestação mediúnica está presente em muitos grupos familiares. São avós, tios, mães, pais e filhos com mediunidade. Por isso é tão importante orientar e preparar as crianças, com naturalidade, para que não sofram desnecessariamente.

        Muitas crianças que frequentam o Terreiro e não são filhos de médiuns também apresentam, precocemente, sinais de mediunidade. Elas demonstram determinação em relação à missão que trazem consigo.

        Promovi o primeiro encontro de crianças sem muita expectativa, impulsionada pela necessidade de dar o primeiro passo. Demorei um ano e meio para fazer o segundo encontro, mas sempre o Seu Zé me lembrava, de tempos em tempos, do meu compromisso com elas.

        O segundo encontro de crianças finalmente aconteceu, fortalecendo a vontade de que outros aconteçam e que não parem mais.

        Senti-me muito encorajada e entusiasmada em dar continuidade ao trabalho com as crianças, pois percebi que elas se mostram mais interessadas em aprender que muitos médiuns.

        É importante também preparar outras pessoas para que a atenção às crianças seja permanente. Para tal é imprescindível que não dependa apenas de uma única pessoa.

        Foi este o pensamento que me fez escolher uma companheira de trabalho, com tanta vontade quanto a minha para dar atenção às crianças.

Postado por : Samaria 

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O Terreiro é de Umbanda?


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Existe uma enorme confusão que as pessoas fazem em relação a o que pode ou não ser considerado um terreiro de Umbanda.

A premissa básica é a caridade que se pratica no local, é o que determina que seja Umbanda.

Alguns começam a confundir fundamentos com elementos de rito (ou culto). 

Em primeiro lugar vamos ver diferenciação do que seja “fundamento” de “elemento de rito”.

Fundamento: é tudo que existe velado, ou não, no terreiro que “fundamenta” e direciona o trabalho.
Estabelece as linhas de forças trabalhadas e cultuadas, assim como a missão da Casa. Ou seja, interfere e determina o resultado final dos trabalhos realizados. É estabelecido pelo Alto. 
Exemplo: firmezas ou pontos de força estabelecidos no Gongá.

Elemento de Rito: é tudo que existe, velado ou não, que presente ou não, não interfere no resultado final dos trabalhos e nem na missão da Casa. 
É estabelecido pelo Dirigente.

Clarificado isso, entro agora no ponto que gostaria de falar. 
O que determina realmente se um terreiro é de Umbanda?

Acredito que já esteja mais do que claro que Umbanda e Candomblé são religiões distintas que guardam muito mais diferenças do que semelhanças.

Já o Omolocô, ou Umbanda traçada, ou umbandomblé, são formas diferenciada de religião, e que costuma confundir os médiuns iniciantes.

Citarei alguns exemplos, sempre me referindo a umbanda por ser essa a minha religião, das demais nada entendo e nem me vejo na obrigação de entender, já que sou de umbanda.

Na umbanda o atabaque é elemento de rito, ou seja, a presença ou não do atabaque NÃO interfere no RESULTADO final do trabalho. A gira pode ficar, e fica mesmo, mais alegre, mais “vibrante”, mas o resultado final é o mesmo. 
As entidades incorporam e fazem seu trabalho da mesma maneira.

As roupas são elemento de rito, o fato de serem brancas é que é fundamento, ou seja, se as mulheres trabalham com “baianas” rodadas ou sem roda, ou de jalecos não interfere no resultado final do trabalho.
As roupas coloridas podem ser usadas em giras festivas. 
Vai da preferência do sacerdote.

A Umbanda não faz sacrifício de animais e nem “devolve trabalhos” ou faz “trabalhos de amarração”. 
Isso é mais do que fundamento, é respeito ao livre arbítrio!

É tão fácil e simples saber ou detectar se um terreiro é de umbanda ou não…
Há caridade? 
Não há cobrança por trabalhos, consultas ou passes? 
Não há sacrifício de animais? 
Então é umbanda. Fácil, não?

No mais, vamos tomando nossos banhos, fazendo nossas orações, pegando nossas guias, as toalhas, vestindo nossa roupa branca e vamos trabalhar porque a umbanda precisa é de médiuns mais preocupados em servir do que serem servidos. 
Não acredita em mim? 
Então pergunta para qualquer preto velho ou caboclo, porque são eles que fazem um terreiro de umbanda.

Sarava a Umbanda!

Por André Luiz Rocha

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Não estrague o seu dia.



Não estrague seu dia.

A sua irritação não solucionará problema algum.

As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.

Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.

O seu mau humor não modifica a vida.

A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus...

A sua tristeza não iluminará os caminhos.

O seu desânimo não edificará a ninguém.

As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.

As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.

Não estrague o seu dia...

Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o Infinito Bem.


Autor: André Luiz
Médium: Chico Xavier